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quem faz yoga não bloga

Texto do blog “Goma” é plagiado pelo jornal “O Estado”, de Tocantins

Ao que tudo indica, Cecilia X (sobrenome suprimido por razões óbvias), de Palmas-TO, vislumbra para breve uma carreira em reality shows como A Fazenda ou Big Brother Brasil. Cansada de sua ocupação atual -prestidigitação para um jornal da capital do Estado-, a moçoila resolveu dar aquela guinada na carreira, para ficarmos com mais um cliché, e chutou o pau da barraca (é, mais um… eu avisei…), plagiando, em menos de duas semanas, textos dos jornalistas Hector Lima, uma homenagem póstuma a Michael Jackson e publicada no blog Goma, e Marcelo Hessel – uma crítica sobre o filme “Transformers 2” publicada no site Omelete.

De Hector Lima, a pseudo-jornalista copiou quase ipsis litteris a homenagem ao Rei do Pop postada sexta-feira, 26 de junho pp, tomando o cuidado de apenas trocar o gênero em algumas passagens – afinal, ficaria muito estranho uma Cecília grudado no computador ou destruído pela notícia.

Sim, isso mesmo! Dona Cecilia não apenas copia os textos, copia também as emoções e sensações do plagiado. Seria ela fã de Curve e conhecedora da lenda do doppelgänger ou ela apenas se inspirou na fase do vilão Sylar ao final da quarta temporada de “Heroes”?

Migre seu navegador para http://migre.me/2YCw e deleite-se com a edição em flash do jornal tocantinense. Veja no canto esquerdo da parte de baixo um box com a opção de escolha, selecione Cultura/1 e dê um zoom na página da direita. Se preferir, clique aqui e veja a indignação bem-humorada do autor plagiado (um deles, né?) e um gif gigantesco com a matéria toda.

Já de Marcelo Hessel, a nova Pauline Kael do mundo bizarro tomou emprestada a resenha do filme “Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados“, publicada no site http://www.omelete.com.br. Compare este outro gifão, escaneado da edição de 25 de junho pp do referido jornal, com a resenha online ainda disponível no site.

Fantástico, não?

Isso já seria algo grave, gravíssimo – apropriar-se de material intelectual de outras duas pessoas, republicar e ainda faturar uns trocos com essas matérias- se já não houvesse antecedentes com matérias do Chic e do Terra (conforme você pode comprovar lendo o já citado post do próprio Goma, de onde tirei essa informação).

O mais incrível (ainda! Como se a história já não o fosse) é que o buzz criado na blog e twittosfera foi tamanho que já foram encontrados blog, twitter e até mesmo o flickr da menina.

Isso (é mais uma) prova que brasileiro é tremendamente mobilizado e – por que não? – revolucionário… sentado na poltrona e/ou dentro do quarto. Falta agora levar essa habilidade portão afora.

(Eu sei que essa última parte ficou beeem piegas e parece nada a ver. Mas só parece)

Só torço para que esse agito todo renda algum reconhecimento aos dois profissionais, pelos ótimos textos, e no máximo uma entrevista na tv local e uma sessão de fotos mais ousadas no diário tocantinense à Petit (vocês entenderam!) Cécile.

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Quem morreu foi o Michael Jackson branco. O Michael Jackson negro será eterno

Michael Jackson, morto ontem, 25 de junho de 2009, devido a uma parada cardio-respiratória, já era um ex-músico, ex-ídolo. A vida pessoal de MJ não me importa e espero, de coração, que o ele tenha encontrado conforto e paz.

Mais do que Prince, mais do que Madonna. Micko era o maioral e encheu de fantasia a infância e adolescência de quem cresceu nos anos 1980.

Uma música dele vale mais que mil parágrafos, assim, faço aqui meu pequeno requiém.

Começando com “Beat It”, clipe que começou a popularizar o astro entre os jovens brasileiros.

Agora vamos de “Thriller”, o terceiro melhor clipe de todos os tempos.

[em primeiro está “1979” e em segundo, “Dirty Boots”]

Finalizando,  “Billie Jean”, a melhor música de Micko Jacko e uma das gemas da história do pop (aqui na versão ao vivo na comemoração dos 25 anos da Motown).

Espero que a imagem de Michael Jackson que vá ficar na mente dos fãs é a do artista no auge, arremessando seu chapéu com estilo.

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Ministério da Saúde pergunta: você já fez, digamos, algo muito íntimo com alguém que conheceu pela internet?

Por favor, não responda neste blog. A pergunta, na verdade mais explícita, foi o cerne de uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde (poderia ter sido feita pelo da Cultura também… ou não?) e divulgada em vários jornais/portais nesta última sexta-feira.

Segundo os resultados, mais de 7% da população brasileira afirma já ter chegado às vias de fato (vamos ser mais diretos: ter feito sexo!) com alguém que conheceu pela rede mundial. Este número sobe para mais de 10% entre a garotada vitaminada que tem de 15 a 24 anos. Já entre a terceira idade a taxa não chega a 2%. Reflexo da falta de confiança nas novas tecnologias ou nas próprias tecnologias? (você entendeu!)

É claro que nos EUA esta porcentagem deve ser maior, ainda mais com a contribuição de pessoas como Louise Grant, que afirma já ter se engraçado com pelo menos 200 rapazes conhecidos pela web. Curiosamente, 200 é um número limite de contatos em mais de um daqueles comunicadores instantâneos.

Futuramente, as pesquisas serão ao contrário e perguntarão se o entrevistado já fez sexo com alguém que conheceu fora da internet. E mais futuramente ainda a pergunta será: Você já fez sexo fora da internet?

Só torço para que o lo-profile ainda exista nesses vindouros novos tempos 😉

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“O Código Tarantino”, curta-metragem com Selton Mello e Seu Jorge

É, “eu também descubro coisas”.

Se você ainda não está saturado com a superexposição cinematográfica de Selton Mello neste junho siberiano – o ator gordinho, de barba rala e com pinta de amigão está em cartaz com “A Mulher Invisível” e “Jean Charles”-, veja mais esta obra-prima. Num típico papo de boteco entre descolados, Selton Mello e Seu Jorge destrincham detalhes nunca antes sequer sonhados sobre o cineasta e ícone pop pós-moderno Quentin Tarantino.

Aproveitando: Seu Jorge é um bom ator, por que não abandona de vez a música?

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O que você quer ser quando crescer? Você vai ser se crescer? Você já é um publicitário? Sonha ser um?

Quando criança, sonhei com várias coisas. Sonhei em ser professor de educação física (pois é…). De certa forma, acabei tirando o meu CREF (e se você não sabe o que é isso, nem queira!) e trabalhando com um sonho que tive mais tarde.

Falando em mais tarde, depois de professor, eu quis ser jornalista e acabei trabalhando com publicidade. Como eu também trabalhei como jornalista, e também tive um breve cochilo sobre publicidade, acho que realizei boa parte dos meus sonhos. Ao menos dos sonhos que tive antes dos 18 anos. 

Como estava com sorte, resolvi ter outros sonhos. Mais difíceis e menos realizáveis, digamos. Hoje em dia, por exemplo, sonho em ser muito rico. Mas, como disseram por aí, ser muito rico não é um sonho de criança. E a gente só se realiza quando realiza (que ecoooo!) nossos sonhos infantis. 

Pensando nisso, não resisti em colar aqui esse pequeno youtube, roubado na maior cara-de-pau do site do Luli. Desfrute de mais esta tenra demonstração de quão mordazes podem ser nossos petis:

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Você gosta de futebol…

Então não deixe de ver os youtubes abaixo. O primeiro mostra os craques, ou nem tanto, jogando igual a mim e a você – ou ate pior. 

 

 

Já este segundo. Bem… “futebol é magia”. Sempre vai ser. 

Nota: o “spot” acima foi produzido pela madrilhenha SRA Rushmore e, segundo a lenda, nunca foi veiculado.

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Greenpeace brasileiro lança campanha em vídeo: é o Greentube

Na segunda quinzena de abril, o Greenpeace brasileiro lançou uma campanha com três vídeos bem curtos (2o segundos, em média), tendo como temática os vídeos de internet no estilo YouTube – com progress bar e tudo. 

 

O nome da campanha é GreenTube e o objetivo é alertar para os perigos das mudanças climáticas no planeta. 

 

 

 

O mais engraçado foi saber disso através de um site gringo. Enfim, salve a cheerleader, salve o planeta!

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HeiPhoneken: Heineken disponibiliza aplicativo grátis para iPhone

Com desenvolvimento e criação da Fischer América, a Heineken disponibilizou gratuitamente para os brasileiros um aplicativo para iPhone em que é possível encontrar o bar mais próximo que sirva a cerveja holandesa, além de outras funcionalidades – como party makers, que calcula a quantidade de cerveja e gelo que a sua festa vai precisar, e chame um táxi (autoexplicativa!).

O aplicativo pode e deve ser baixado na anTunes Store, mas infelizmente nunca, jamais, em hipótese alguma fará o iPhoner encontrar um local como esses: 
heineken_rio

 

A perfeição chega também à cidade que deu ao mundo o Sonic Youth e o Velvet Underground

A perfeição chega também à cidade que deu ao mundo o Sonic Youth e o Velvet Underground

Fontes: Eu vi isso no twitter há um ou dois dias. Depois peguei o link do app no blog do Meriguru.

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5 resoluções de Ano Novo que você NÃO VAI ver por aí

1. Aprender a fazer a barba
Com tanta coisa importante para preencher a lista – visitar a sogra, carpir o quintal, aprender a cantar, não espiar a vizinha etc. -, quando que o mandrião vai se lembrar que fazer a barba é uma arte não suficientemente explorada até agora? Hein, como? Ah, você não tem barba ou fazer a barba lhe é (lhe é… 2009 vai longe… ) uma moleza? Posta aí umas dicas, amigão!

2. Não olhar para o bumbum de quem não esteja se relacionando comigo
Aplicável a outras partes do corpo, claro. Para resumir, eu me ative à preferência nacional (atenção googlers: ATIVE, eu me ative… não escrevi ativo, não!)

3. Não ler um único livro
Gibi liberado, claro, mesmo que seja versão encadernada ou coisas mais cabeças – o que não inclui Groo, sorry. Mas mesmo assim; o cidadão pode até prometer acessar menos o Orkut, ficar menos no msn, mas ninguém promete ler menos. Até porque em alguns casos isso seria impossível.

4. Ler bula de remédio e ler qualquer documento, até o fim, antes de assinar
Embora uma resolução das mais úteis, deveras improvável.

5. Dar um fora na Gisele Bündchen
Admito; nesse, eu me superei. Impossível, meeeeeesmo, alguém ter prometido essa.

Existem outras resoluções quase tão remotamente possíveis: beber mais, ser ainda mais burro, deixar de jogar pôquer pelado na net, ficar com uma barriga maior (para homens, só para homens!), adotar o penteado do Borat -dentre outros, meio porn ou escatológicos e que eu jamais postaria-… mas são bem prováveis de aparecer em listas de um maluco ou outro. Se tem uma coisa que eu aprendi foi não subestimar o ser-humano, principalmente para baixo.

Em tempo: essa não é a minha lista.

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Capucino & Go 2.

 

Que música uma vez ouvida te faz cantá-la por dias a fio? As minhas atuais ou nem tanto: “I am an astronaut” do Snow Patota e “D.A.N.C.E” do Justice. The way you move is a mistery!

 

 

bonitona, hein?

bonitona, hein?

Amor E Inocência” (“Becoming Jane“) é um senhor filme. Conta, como bem observou a revista Época, a história de Jane Austen como se fosse um livro da própria. James McAvoy vai muito bem nesse tipo de filme de época – devia ter sido indicado ao Oscar pela performance em “Atonement”. E Anne Hathaway, ah, ela é linda. É SIM!

 

 

 

Esse G1, o celular do Google,  pode vender e vender muito – tem duas grandes empresas dando suporte -, mas arrisco dizer que não vai emplacar como um gadget dos mais desejáveis ou, mais importante, irresistíveis.

O Google faz produtos bem-feitos, mas simples. Tenha em vista o próprio site de buscas. Você ou algum conhecido já travou no site http://www.google.com? 

 

Existe algo mais republicano do que o partido brasileiro Democratas? 

 

Nhô Soares era mais elegante no SBT.

 

 

Malufarta

Há um erro grave em quem compara Marta ex-Suplicy a Maluf. Ok, perguntar se Kassab é casado e se tem filhos foi desastroso. Mas Maluf, ou seu staff, em 2000, publicou uma imensidão de out-doors alinhando Marta a drag queens e quetais. De forma pejorativa, claro.  Então mudem a comparação, plisa, porque isso Maluf também fez. 

Outra: que coisa feia, não, a Marta ex-Suplicy querer mudar o foco da campanha para a vida pessoal dos candidatos. Ué, cara-bronzeada, o que nós – você e eu – estamos fazendo agora??

Maluf, ao menos depois do surgimento da Arena, jamais trocou de patido. O partido, sim, mudou! Arena, PDS, PPB, PP. 

 

Aqui iria um título brilhante, mas o assunto não o merece

Adorei o raciocínio do Luis Pattoli, do Churrasco Grego, que é mais ou menos assim: se a família da Nayara vai pedir R$ 2 mi de indenization, falaria que o disparo foi feito antes? Eu, claro, devolvi a pergunta: se a família está pedindo R$ 2 mi, a Polícia vai dizer que o disparo foi depois? 

Dito antes – para evitar o surgimento do processo (sabe como é, procedimento) – ou depois, a fim de invalidar este (o processo, poah, acompanha o texto aí!), o meu ponto é a atual falta de árbitros. Por árbitro, entenda-se alguém neutro, imparcial, coerente e competente. 

Vamos fazer uma análise: uma parte não quer nem saber o que certo, só quer saber como pode levar uma vantagem nisso. A falta de árbitros, voltando, leva a isso.

Filed under: capucino & go, cinema, comportamento, filmes, música, Oscar, papo-furado

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