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quem faz yoga não bloga

Dreamer, you know you are a dreamer…

Sonhei esta noite – entre outras coisas, algumas impublicáveis até mesmo neste blog quase sem audiência – que eu era um herói. Bem, ao menos eu tinha alguns poderes. Um deles era me teletransportar para qualquer lugar que eu quisesse, imaginasse. De novo: qualquer lugar.

Eu andava por uma rua, uma descida, asfaltada que terminaria em um morro altamente arborizado. E, durante a caminhada, eu pensava ou alguém me falava sobre uma lenda. Agora só me lembro de que uma das personagens era Cassandra. Não sei se Cassandra ou outra personagem era má, mas se tornava boazinha. Ao menos na lenda. Havia um castelo nesse lenda, no qual a maior parte da história se desenvolvia. Resolvi usar meu poder e ir para o tal castelo (percebeu agora por que eu enfatizei que podia me teletransportar a qualquer lugar?).

Apesar de ser um sonho, o meu poder falhou. E, como acontece em sonhos – ao menos nos meus -, eu já apareci em outro enredo. Desta feita, estava no banheiro de casa, olhando-me no espelho. Curiosamente, com outro poder. O de antever negócios milionários e/ou criar empresas que seriam sucesso absoluto. Iniciante, eu estava tendo contato com esse poder e ainda não o dominava – ao menos no sonho.

Usando meu poder, comecei a visualizar uma empresa de tecnologia – e como ela deveria ser… er… formatada. Primeiro, veio o nome. Em seguida, quando minhas perguntas começavam a ser respondidas, meus olhos ficaram brilhantes… e eu acordei.

Como o nome sugerido já existe tanto em .com quanto em .com.br e até .org, preciso esperar para que o meu superpoder se desenvolva em outro sonho.

PS: o nome era (é)  bom.

Filed under: comportamento, sonhos, superpoderes

Nada de just do it

Curiosamente, tenho ultimamente lido bastante sobre emprego, carreira etc. – essas coisas pelas quais a pessoa só começa a se interessar, ou se interessar de verdade, quando vai ficando velha e chata.

O Mauro Amaral, que não é este Mauro Amaral, sempre escreve coisas interessantes sobre como gerenciar a carreira de free lancer em seu site, o Carreira Solo. Eu gostei muito deste post, por isso estou linkando.

Se você precisa de um motivo para clicar e ler, aqui vai um aperitivo:

Qualidade: é, você não pode errar nunca. Deve checar duas, três vezes seu trabalho. Lembrando mais uma vez o minicurso: prometer 80% e entregar 120%.”

Agora corre lá!

Filed under: comportamento

Você quis dizer: poste

Como escrito no post anterior, o Google é movido a links. Quanto mais um site é linkado (recebe referências e citações em outros sites), maior a chance de aparecer e de subir no ranking do buscador.

Além de fazer busca de imagens, em grupos de emails e de notícias, o Google também oferece alguns serviços, de modo a fazer com que o buscador não seja apenas isso — um buscador. É comum, quando se digita errado ou o item buscado não tem tantas referências, o buscador sugerir outra busca. Pois essa característica tem gerado várias piadinhas, seja via Photoshop, seja via enxurrada de links mesmo.

Mas na Itália alguém foi longe demais e fez uma bandeira, exatamente com a piadinha googlística, sacaneando o time da Juventus (conforme a fotinho que acompanha este post).

Fan-tás-ti-co!

Filed under: Blogroll, comportamento, papo-furado

De mim para vocês (de novo… ou mais uma)

Quer instalar aquela versão, digamos, nem tão nova daquele software que, digamos também, deixou de ser hype há alguns outonos? Então direcione seu browser para o FileHippo.

E boa sorte!

Filed under: comportamento, informática

Ipod nano em chamas

O Engadget, via CNNerd, informa que Danny Williams, um morador de Atlanta (Geórgia, Estados Unidos), afirma que um iPod nano incendiou-lhe as calças. A bateria de lítio do tocador de mp3 – que estava no bolso do americano – teria sobreaquecido, produzindo algumas chamas. Ainda segundo os relatos, as chamas duraram cerca de 15 segundos e teriam se espalhado até a altura do peito da vítima. Williams, que estava no aeroporto Hatsfield-Jackson, seu local de trabalho, quando o aparelho pegou fogo, tinha em seu bolso uma pequena folha de papel glossy – o que deve ter impedido uma maior propagação das chamas.

A Apple, por sua vez, apenas acenou com a disposição em reembolsar o iPod incinerado e não se manifestou sobre acidentes envolvendo a malfadada bateria de lítio, presente tanto em iPods quanto em notebooks. No último ano, além da Apple, Dell e Lenovo precisaram fazer recalls devido a baterias que causavam uma reação que produzia chamas.

usuário aproveita o sobreaquecimento e tira o máximo proveito das funções customizadas de seu MacBook!Apenas recordando: no ano passado, um laptop Dell explodiu, e um MacUser (ou iUser?) aproveitou o calor de seu MacBook para… fritar um ovo (conforme imagem)!

Já pela applesfera, surgiu a seguinte piada: “Você tem um iPod nano em chamas em sua calça ou você só está feliz em me ver?”

Segue abaixo, a título de curiosidade, um youtube de matéria da tevê americana sobre o assunto:

Filed under: comportamento, informática

Teclado anti-caps lock

(Nota: se você é mais um que chegou aqui procurando por “ativar caps lock”, veja o final do post)

Enquanto muita gente ainda perde tempo com coisas sem importância, como (des)bloquear iPhones, a Apple – que, eu sei, perde seu tempo bloqueando – lança um teclado com uma função que protege o digitador contra a ativação involuntária do caps lock.
(Eu não vou explicar o que é caps. Até a “Caminho Suave” tinha uns lances para iniciados, como por exemplo colocar a zabumba na lição da letra z)

Aparentemente, os novos modelos de teclado da Apple, tanto wired quanto wireless, vêm com uma função, não documentada, que evita a ativação do caps caso o usuário tenha pressionado a tecla levemente – ou com uma certa velocidade. Ou seja: por engano.
(Ok, sinto-me na obrigação de uma breve explicação: Caps Lock é aquela tecla retangular que fica abaixo do Tab e acima do Shift e serve para tornar maiúscula cada tecla digitada. Como? ASSIM, Ó!)
Essa função teria o objetivo de evitar erros de digitação, já que é bem comum o caps ser pressionado involuntariamente quando o usuário de fato busca teclar shift ou a letra a.

Quem primeiro descobriu a ‘feature’ foi Johnathan ‘Wolf’ Rentzsch da Red Shed, e logo seguiram-se ‘posts’ e artigos por toda a nerdosfera – incluindo uma chamada no blog não-oficial da Apple.

A primeira dúvida era se essa nova função teria sido desenvolvida ou se era uma  coincidência ou, pior, um bug.

Pelos testes, a tecla caps lock não é ativada se pressionada levemente – é preciso demorar algumas frações de segundo a mais, configurando a intenção de ativar a tecla, para que funcione. Por outro lado, basta um leve toque para desativá-la! Wolf Rentzsch disponibilizou um vídeo em que demonstra o caps sendo ativado e desativado. No vídeo, Rentzsch pressiona três vezes rapidamente, e em nenhuma das vezes o teclado ativa o caps lock (teclado com led verde indicativo, coisa chique). Rentzsch então pressiona lentamente e então o caps é ativado. Mas basta uma leve pressão (com a mesma velocidade e intensidade das três vezes que não foram suficientes para ativar o caps) para novamente desativar a função. O vídeo aqui no meu comp abriu com o QuickTime. Segue o link para quem quiser conferir.

O fato é que isso mostra que, sim, existe uma nova função para ajudar os digitadores. Ainda que não documentada. Como diz o blog não-oficial, “essa é a Apple, pensando e desenvolvendo essas pequenas coisas que tornam nossa vida informática ainda melhor.”

 

PS: O blog Infofacil publicou um post ensinando como iniciar o Windows com as teclas Caps, Num e Scroll Lock ativadas. Veja lá!

Editado em 16 de setembro de 2008.

Filed under: comportamento, informática, ,

Se você tem mais de 40 anos…

… talvez não deva perder essa chance!

Placa anuncia exames anais!

Já eu, como o autor deste blog, só por segurança pretendo ficar uns dias sem ir à escola!

Filed under: ads, comportamento, fotos

Lo-fi dj!

Torne-se um laptop dj lo-profile com um mouse óptico e uma caixa de pizza.

O nosso blog predileto na Wired mostra, via Instructables, como fazer um scratch pad (algo próximo de uma pick-up de dj versão caseira, beeeem caseira) usando uma caixa de papelão, daquelas usadas geralmente para embalar pizzas, e um mouse óptico.

Fãs do saudoso X-Tudo ficarão emocionados!

[http://www.metacafe.com/watch/849223/how_to_make_your_own_scratchpad]
How To Make Your Own Scratchpad – video powered by Metacafe

Filed under: comportamento, informática, música

Essa é de mim para você(s)

Als Gregor Samsa eines Morgens aus unruhigen Träumen erwachte, fand er sich in seinem Bett zu einem ungeheueren Ungeziefer verwandelt. Er laug auf seinem panzerartig harten Rücken und sah, wenn er den Kopf ein wenig hob, seinem gewölbten, braunen, von bogenförmigen Versteifungen geteilten Bauch, auf dessen Höhe sich die Bettdecke, zum gänzlichen Niedergleiten bereit, kaum noch erhalten konnte. Seine vielen, im Vergleich zu seinen sonstigen Umfang kläglich dünnen Beine flimmerten ihm hilflos vor den Augen.

 Nietzsche é o catzo! Ler Kafka no original é que é algo Superklasse.

Acima, compartilho com vocês o primeiro parágrafo de “A Metamorfose”, que, dispensando tradução, pode ser desfrutada em sua plenitude (ui!).  E nada de Google ou copiar/colar. Digitei cada letra, tal e qual está na edição caprichada da obra completa de (mais um grande) Franz.

Filed under: comportamento, Frases, Livros

3×1

O técnico Leão apostou alto na humildade. Explico: o time do Corinthians veio para mais este clássico contra o SPFC armado numa tática porco-espinho. Fica encolhido, mas espeta quando tocado. Humildade porque é um esquema bom para ganhar pelo placar mínimo — 1×0. Se o time abre inaugura o marcador, o adversário encontra muita dificuldade em penetrar na defesa e igualar o escore. Aposta alta porque, se e quando não dá certo, o time fica à beira de um profundo abismo.

O alvinegro do Parque São Jorge parecia muito bem ensaiadinho na sua proposta, até que, após troca de passes próxima à meia-lua, Lenílson acerta, com precisão de taco de sinuca, o canto esquerdo do gol de Marcelo. SPFC 1×0. Sem qualquer alteração tática ou física — substituição de jogador –, o Corinthians lançou-se ao ataque. E foi aí que a tática do porco-espinho revelou seu maior problema: quando não funciona,  não funciona de verdade! O primeiro tempo de jogo ainda testemunharia o SPFC ampliar o placar. Em jogada bisonha do corintiano Marquinhos, Aloisio sofre pênalti. Marcelo, o goleiro corintiano, se adianta e Rogério, o goleiro são-paulino, toca calmamente no canto oposto. De novo, feito taco de sinuca.

Vem o segundo tempo e o Corinthians, agora com Jaílson no lugar do envergonhado Marquinhos, parece mais perdido ainda. A única chance de o SPFC não ganhar o jogo passa pelo pecado da soberba. Essa mostra seu vulto quando Rogério Ceni desnecessariamente encaminha-se para cobrar uma falta e bate na barreira. Tivesse o Corinthians aproveitado o rebote — fazendo um gol ou obrigando um jogador são-paulino a cometer uma falta e ser expulso –,  teríamos uma vitória fácil e tranqüila transformando-se em um jogo épico. Mas não era a tarde do Corinthians e nem de Roger, que por duas vezes, em uma cobrança de falta e em um arremate de fora da área, manda a bola apenas poucos metros abaixo de onde mandou quando cobrou aquele pênalti que derrubou Passarela (lembra?). 

A fatura parece se semiliquidar quando em contraataque — com seis jogadores do Corinthians só olhando, como bem observou Casagrande — o SPFC anota mais um: Aloísio, em posição milimetricamente regular, livra-se da marcação e cruza para Leandro, que estava atrás da linha da bola, converter. 3×0 e fim de papo. Será?

Parecia, já que o Corinthians arrastava-se em campo, colocando em dúvida  cada centavo do salário pago ao preparador físico do time. Que é… quem mesmo? Fernando Leão, sobrinho do próprio. O desmando lá pelos lados do mais querido entre os paulistas parece chegar ao nível do nepotismo injustificado. Será que algum outro clube grande aceitaria isso? Não se esqueça de que no mesmo clube a neta do presidente também exerce trabalho remunerado.

Tocando a bola, o Tricolor Paulista envolvia o adversário, que parecia não ter força de reação. Mas adquiriu ânimo extra quando a torcida rival começou a gritar “olé!”. Aloísio até tentou brecar as firulas são-paulinas, acenando aos companheiros de camisa. Roger finalmente acertou uma jogada, infelizmente, nesse caso, um rabo-de-arraia desajeitado no adversário que acabara de firular. Ficou por isso mesmo e, na firula seguinte, Magrão, tomado talvez por um excesso de vigor (para não usar outra palavra), atingiu Leandro e foi expulso. 

A partir de então o time de Itaquera melhorou muito. Tudo bem que o SPFC tirou Aloísio e Leandro e, com três gols de vantagem, relaxou. Mas creio que o Corinthians melhorou mesmo porque Magrão saiu. Imagine então se tivesse entrado um jogador no lugar dele!
Mesmo assim, o timão precisou do árbitro para conseguir o gol de honra. Em troca de passes próximo à área do rival, um jogador são-paulino tocou a bola, que bateu em Paulo César de Oliveira. Um corintiano pegou a sobra, lançou Arce, que cruzou à área e, após falha de Rogério Ceni, Wilson anotou.

Seguiram-se aproximados dez minutos de pressão corintiana que sempre parava na defesa são-paulina ou na má fase de Roger. O SPFC agora é que demonstra uma visível queda — se não física, de entusiasmo. Mas, aos 45min, a soberba mostra-se de novo. E desta vez não apenas como vulto. Falta rente à área adversária, lado esquerdo do ataque, para o São Paulo. Rogério mais uma vez encaminha-se para bater e, de novo, acerta a barreira. A sobra é corintiana e Jadílson, um motorzinho pela ala canhota tricolor, derruba Arce. Cartão vermelho, justíssimo. E aí eu pergunto: de quem foi a culpa? De Rogério, que bateu mal? (Não discuto ele cobrar ou não esta falta.) De Jadílson, que não precisaria ter derrubado o adversário?

No futebol, muitas vezes a culpa maior é da soberba.

Filed under: comportamento, Frases, futebol

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