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Como habilitar a rede wireless no notebook Intelbras

Dias desses (hoje, para ser mais exato), resolvi ser um tio atencioso e liberar a senha da rede wireless daqui de casa para a minha sobrinha.

Ela, que fez aniversário ontem (10 anos!), ganhou da avó um presente que deixou todos com água na boca e nos olhos: um notebook. O modelo escolhido foi o N6000W branco da Intelbras. O bichinho é bem jeitoso: tela de 12,1 polegadas, Centrino (Core 2 Duo) de 2.16 GHz, 2BG de RAM, 120 de HD, webcam e… wireless.

Imagem ilustrativa direto do site da empresa

Imagem ilustrativa direto do site da empresa

Pois é, apesar da alegria e ansiedade da menina em entrar na net, a placa wireless não conectava nem trocando a música que tocava no notebook (tentei tirar uma das músicas da trilha de “High School Musical” e quase levei uma mordida na mão).

Vim aqui para o notebook oficial, busquei informações e vi que muita gente teve o mesmo problema. Não encontrei nenhuma solução e voltei ao novo melhor amigo da jovem geek. Na base da tentativa e erro, descobri o problema.

À esquerda, no alto, o notebook tem o botão liga/desliga. À direita, vários outros botões mais ou menos embutidos, com leds azuis e sensíveis ao toque – e é aí que mora o perigo.

Os botões são realmente sensíveis, e os leds ficam sempre acesos, o que dá a falsa impressão de que estão habilitados. Se você tem o mesmo problema com a rede wireless, pressione o botão respectivo de wireless (no alto, à direita, bem ao lado do botão de som) até visualizar um “efeito” no mesmo. Veja bem, é um efeito e não defeito! Parece um flash ou o efeito visual que acontece quando se pressiona um iPhone (por exemplo).

Se o problema for dispositivo não habilitado, esse procedimento vai resolver seu problema. Se os problemas continuarem, tente atualizar ou reinstalar o driver. Em caso extremo, já sabe: entre em contato com o vendedor.

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Aardvark e como redirecionar para outra página usando refresh content

O Aardvark  é uma ideia interessante: alguém posta uma pergunta e usuários que escolheram responder sobre aquele tema recebem um aviso por comunicador instantâneo  ou outro widget – eu recebo pelo msn. Após quase uma semana, hoje enviei minha primeira resposta. Como me pareceu uma dúvida pertinente (eu mesmo já a tive), resolvi compartilhar aqui no blog. 

Apenas a título de curiosidade, a primeira pergunta que recebi era sobre bandas novíssimas em Estocolmo. Evidente que eu resolvi pular esta (ninguém é obrigado a responder, claro). No Aardvark é assim. Ainda em fase de testes, só é possível participar recebendo convite de algum usuário. Quem convida já escolhe três assuntos que o convidado domina, tem interesse ou simplesmente está disposto a responder. Ao preencher o cadastro – e em outras visitas ao site -, o novo usuário pode escolher novos temas. 

A pergunta de hoje era assim: “como posso redirecionar http://www.meusite.com.br/blog para o meu blog (é um blog do WordPress)?

Para ser bem sincero, eu levei um tempinho para entender a pergunta.

Mas é assim: o perguntador comprou um domínio, mas não quer instalar o plug-in e blogar direto em seu novo site; ele quer apenas redirecionar para o blog já existente (caro/a leitor/a, não ofenda o sujeito: procedendo assim, ele pode manter todos os posts já existentes. Eu começaria outro, claro, mas vamos respeitar a opinião alheia).

Existe mais de uma maneira de fazer isso, eu propus o seguinte. Entre as tags <head> e </head>, inserir o seguinte código no index.html (.php, .asp etc):

<meta http-equiv=”refresh” content=”1;url=http://seublog.wordpress.com”>

Com isso, redireciona-se o navegador do/a visitante para a url http://seublog.wordpress.com após um segundo.

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Tweetie em nova versão para Mac – um dos melhores apps para twitter vai do iPhone para o computador

Se você é dono de um iPhone (e isso inclui donos de iPod Touch também), já conhece a versão mobile do Tweetie – um clientezinho bacanudo para o twitter. Mas mesmo se você, assim como eu, ainda é um simples mortal, e  não tem o seu aparelhinho dos sonhos, tenho certeza de que conhece o ícone do software da Atebits

Tweetie para iPhonePois saiu a versão Mac, para computadores e não para celulares, do Tweetie – que mantém a aparência de app para iPhone.

De positivo, além do design descolado, posso citar a estabilidade do soft, os avisos (com um pequeno círculo azul) de novos posts, novas DMs e novos replies (ou mentions, como está em moda). Além disso, o aplicativo possui a melhor e mais fácil (rápida)  busca que eu já vi; serve tanto para trends (#) quanto para usuários (@) e é muito fácil dar reply, DM ou follow

Mas o que mais vai agradar os usuários da Apple é a interação do Tweetie com o Twitpic; um joy of use capaz de levar os applemaniacs a terem tremores de prazer. 

As partes negativas ficam por conta do modo do retwit (“RT” no início da mensagem e “via @fulano” no final), a falta de alternar janelas – alguns posts esquecidos podem terminar como perdidos – e o modo nada intuitivo e muito menos user friendly de postar. O ícone para postar fica na parte de baixo do app!  Sem esquecer do principal, não há o contador de caracteres!

Ugh! Tweetie para MacOs que quiserem testar podem clicar aqui e usar o Tweetie indefinidamente – a versão grátis apresenta algumas propagandas, mas nada invasivo. quem gostar pode pagar $14,95 até dia 04 de maio. Depois disso, a brincadeira sai cinco dólares mais cara. 

Em tempo: se o ícone/logo do app para iPhone é bonito, na versão para Mac é horroroso!

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CSS: Layout centralizado. Como centralizar todo o conteúdo do layout com CSS

 Se você faz parte do que o ex-ministro Magri chamaria de imensa minoria e usa a internet além do MSN, YouTube, Orkut e chats, já deve ter notado que os layouts alinhados à esquerda saíram de moda. 

Notadamente sites adeptos da metodologia CSS-XHTML usam designs centralizados. Por quê? Simples: imagina que o sujeito (webdesigners, ao contrário do que eles próprios pensam, são sujeitos, não são adjetivos!) faz um site baseado num monitor com resolução de 800×600. Se alinhado à esquerda, o conteúdo parecerá uma coluna de jornal em forma de tira caso o visitante tenha um monitor supermaneiro de 21 polegadas e resolução de 8.000×6.000!

Exagerei, claro; nesse caso, até mesmo o layout centralizado teria a aparência de tira vertical. A razão de centralizar o layout é harmonizar a proporção, os espaços. 

Pois bem. Usando CSS é possível centralizar o layout sem apelar para <center> … </center>

Basta definir os atributos text-align e margin em três DIVs. Aproveitando HTML e BODY, é só criar uma nova DIV, geralzona, e pronto. Essa DIV geral vai se chamar container – nome bem popular, aliás. As duas primeiras DIVs vão usar text-align: center e margin: 0 auto. A terceira, margin: 0 e text-align: left (do contrário todos os elementos ficarão centralizados; aí só falta setar o fundo cinza e a fonte como Times New Roman para voltarmos à época da web 0.001!). 

Assim, nosso CSS será parecido com isso:

 

html {
margin: 0 auto;
text-align: center;
}

body {
text-align: center;
background: url(i/centralbackao.jpg) repeat-x;
margin: 0 auto;
}

#container {
text-align: left;
background: url(i/centralback.png) repeat-y;
width: 880px;
height: 600px;
margin: auto;
}

#h2texto {
font-family: Georgia, Garamond, "Lucida Sans", Verdana;
font-size: 1.9em;
color: #fcb;
}

E o nosso HTML:

<div id=”container”>

                           <div id=”h2texto”>

                            Ahá!      Aqui vai o seu maravilhoso texto:

                           …..

                           </div>

</div>

 
Pronto! Se você seguiu tudo certinho, seu navegador exibirá uma tela bem parecida com a figura abaixo.

 

preview do layout

preview do layout

 

Ficou bem diferente? Calma. Respira. E deixa o livro de HTML quieto lá na estante. Aproveitando o ensejo, setei dois fundos para o nosso exemplo. Para o fundo de BODY, criei um arquivo de 1200×5 pixels (no Fireworks mesmo) e abusei do gradiente; salvei como .jpg e, no CSS, repeti horizontalmente (repeat-x). Já em #container, embora tenha usado uma cor só, usei gradiente na transparência. Salvei como .png, para aproveitar a transparência, e repeti o arquivo de fundo verticalmente (repeat-y).

É bom lembrar que nem a transparência e nem o fundo em .png funciona no digníssimo IE6. Então aproveite e diga adeus a esse vovozinho internético (tem mais de sete anos!). 

Também setei o conteúdo de #h2texto em uma DIV para controlar melhor margens etc. 

 

PS: repare que eu não mencionei o rodapé. E talvez você tenha alguma dificuldade em diagramá-lo neste layout centralizado. Voltaremos ao assunto!

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Problemas com foto no MSN para Mac? Que tal usar o aMSN?

Há algum tempo, escrevi um post sobre como colocar fotos próprias (sem ser aquelas predefinidas que vêm com o programa) para exibição no MSN, o nosso comunicador instantâneo mais popular da atualidade. 

Quem leu o breve post deve ter percebido que, embora a operação pareça simples para alguns, nem todos conseguem. A versão para Mac do Messenger da Microsoft é bem simples e serve para pouco mais que simples conversas – esqueça conferências em vídeo e áudio!

Embora não muito superior, ao menos o aMSN, outrora um cliente bem tosco que só rodada em Linux, em sua versão 0.97.2 para Mac (clique aqui e baixe; o programa tem 10.5MB) é bem mais simples e funcional para a tarefa de alterar a imagem de exibição. Vejamos:

Abra uma janela de conversa e clique na sua foto de exibição. Clique agora na pequena janela “Mudar imagem de exibição…” que apareceu sobreposta à foto. 

Agora clique em “Pesquisar…”  (ou em “Foto da webcam “. Tire a foto, salve etc.). Escolha a foto que quer exibir, clique no botão “Open”. 

É bem possível que a imagem escolhida não tenha o tamanho padrão (96×96 pixels), então vai aparecer uma nova janela, agora perguntando “com que tamanho você gostaria que a imagem ficasse?” Pela minha experiência, eu aconselho marcar a opção “padrão”. Clique em “Ok”. “Ok” de novo e lá está sua foto, prontinha para ser admirada pelos seus contatos do MSN!

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Hard Domino – ou mais um capítulo de como coisas inúteis podem ser divertidas

Ok, ficaria mais barato se fosse com 1.500 capas de DVD. Mas aí não chamaria a atenção da mesma forma, né? 

Veja abaixo um dominó com 1.500 discos rígidos (eu parei de contar no 892, mas devem ser 1.500 mesmo!).

Obs: aposto que era tudo hd de 2GB!

 

Via: startupmeme

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Você é um Mac? Você é um PC?

Não, eu não acho que a existência humana possa ser tão vã a ponto de ser limitada a esta (frugal) escolha. Tampouco pretendo me aprofundar nessa questão existecial nem levantar um discurso baseado no argumento “caçar tubarões não torna a pessoa uma usuária descolada, seja de Mac ou PC”.

Há algumas semanas, a Microsoft tem veiculado, nos EUA, comerciais, digamos, estrelados por Jerry Seinfeld e Bill Gates. Um pior que o outro – os comerciais, Jerry e Bill estão ótimos, apesar do (er)roteiro. Esta semana, noticiou-se que Seinfeld teria brigado com a empresa de Redmond e, assim, não participaria mais dos comerciais. Na minha nada mais que nem um pouco humilde opinião, tudo não passa de um viral geek. Vejamos: comerciais sem pé nem cabeça; nenhum produto novo anunciado; várias referências, sejam explícitas ou escondidíssimas. Tudo colabora para a criação de um buzz em cima da campanha. E, se tem uma coisa que uma campanha publicitária quer, é justamente criar esse burburinho todo. Referências escondidas, como em “Lost” e “Heroes”, enredo de jogos do tipo riddle (ok, não há próxima fase, ao menos não nos comerciais, mas você entendeu) e agora essa mal explicada briga de Seinfeld com a empresa. Ah, isso só pode ser um viral, um viral geek!

 

E a Apple?

 

A Apple, também já há um tempinho, tem usado e abusado dos comerciais “I am a Mac, I am a PC”, inclusive com versões britânicas. Nos comerciais, em geral o PC é um cara gordinho, de óculos, e divertido, se é que podemos usar o termo divertido, da forma chata. Já o Mac é coom (você não lê o blog? Coom é o cúmulo do cool!). 

Ontem, sexta-feira, 19 de setembro, a Microsoft lançou o contrataque: um comercial em que os mais variados tipos de pessoa se dizem PCs – até mesmo um sujeito submerso em uma jaula cercada de tubarões. Animal, literalmente!

 

E o Quico?

Eu ouço daqui o seu grito: “Tá, mas e daí???”. Daí que, curiosamente, foi descoberto que

a) Tanto o ator que interpreta o PC no comercial tem um iPhone

b) quanto os anúncios impressos da campanha da Microsoft usam imagens criadas no Photoshop for Mac (veja na imagem a legenda creation software: Adobe Photoshop CS2 Macintosh).

 

Finalizando: o melhor comercial de toda essa lenga-lenga é este que colo abaixo:

 

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MSN para Mac – Aviso sonoro no Mercury

Ao que tudo indica, não existe uma solução 100% para este, errr, problema. Nem mesmo o MSN original, da Microsoft (que, para Mac, está na versão 7) agrada aos usuários da maçã. Não tem o recurso de exibir webcam, por exemplo. 

Não gostei do Adium e tenho alternado o MSN com o Mercury. Esse último tem o recurso de exibição da cam e troca facilmente a imagem de exibição – uma verdadeira epopéia no cliente oficial. Mas não receber aviso sonoro é um tremendo gol contra. Era, pois dá para configurar o Mercury (versão 1.9.2.) para te avisar.

Eu resolvi assim:

Options
Account Settings
Contacts
Events

 

 

screenshot do Mercury

screenshot do Mercury

Marquei todas as Notifications.
Fui no box que tem Sign In.
Escolhi o evento para o qual eu queria som. 

Fui em Play sound (embaixo de shell comma….) e escolhi o som.
Apply.

Voltei ao  box de Sign In, escolhi novo evento; depois, escolhi o som, apply de novo.

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Chato 2.0 ou Webchato

Pode reparar, os chatos nessa época de internet apresentam todos ou a maioria dos seguintes comportamentos: 

– MSN sempre “ocupado”. Interessante como alguém pode ficar no msn e ocupado ao mesmo tempo durante todo o dia. Isso quando não fica offline o tempo todo. 

– Email com confirmação de leitura. Grandes chances de que venha marcado como alta prioridade. Mesmo que o conteúdo seja um arquivo .pps ou  alguma piada que  perdeu a graça em 1998.

– Perfil vazio no Orkut, só para fuçar sem ser visto. Agora, que muita gente bloqueia o conteúdo apenas para amigos, os webchatos desabilitam a opção do bina. Só para não serem detectados. Claro, o que mais frustra um webchato é não poder reclamar que tanta gente fuça seu perfil e ele, ‘tadinho, nunca vê o perfil de ninguém.

– Ainda sobre Orkut, uma curiosidade sobre os comprometidos: se for homem, a foto do avatar traz o casal abraçado e com cara de vou-fazer-um-teste-em-Malhação; se for mulher, uma foto de lado, à la Gisele, ou como se tivesse sido tirada na seleção de Brazil’s Next Top Model.

 

– Frase extraída de sublivros que tentaram imitar “O Pequeno Príncipe”, de alguma letra do Jota Quest ou de algum artista (?!?) de gosto igualmente duvidoso.

– Manda pedido de atenção no MSN.

– Usa o BuddyPoke e ainda faz campanha para os amigos usarem também, mas ignora Facebook e twitter. Envia recado com imagem ou animação (principalmente com musicas de, digamos, artistas citados acima). Abusa de sites que mandam mensagens coletivas.

– Pega um novo vírus numa base semanal e então infesta fóruns, comunidades e MSNs perguntando como desinfectar.

– Tem um blog, envia o link para todos a todo momento e comenta em vários outros blogs, só para fazer propaganda  do seu próprio blog. Pede que todo amigo (ou nem tanto) “deixe um recado”. Versões mais perigosas têm fotologs e/ou videoblogs. Curiosamente, webchatos não têm podcasts  😉

– Trata o Google como preservativo ou cinto de segurança: sabe que é necessário e que funciona, mas raramente usa.

Pode ter certeza, você chegou até aqui por meio de algum webchato.

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Como e onde acompanhar o Let’s MacRock

Além de ver tudo ao vivo, in loco, no Yerba Buena Center, em San Francisco, onde tudo se inicia às 10h (14h em horário de Goiânia), é possível acompanhar mais uma performance de Steve Jobs pela internet. 

Os sites (blogs?) abaixo relacionados farão atualizações constantes. De texto.

www.macrumors.com

www.appleinsider.com

www.tuaw.com

www.engadget.com

www.meiobit.com.br (em português)

 Isso me lembra quando, em 1998, um amigo me disse que uma turma de suecos hospedados na casa dele acompanhava uma partida de futebol pela internet em um site que descrevia os lances. Muitos anos depois eu passei a acompanhar da mesma forma – sem achar estranho. E hoje há a cobertura de eventos nos grandes portais na forma de atualizado-a-cada-n-segundo(s).

Outra coisa: como pode ter tanto site de design horrível dedicado à Apple?  

É também possível acompanhar pelo Twitter. Vá no search e digite #letsrock. Caso digite apple na busca, prepare-se para filtrar várias mensagens inúteis.

A algumas horas do início, o burburinho na net já é grande. Steven Levy não vai cobrir e já se sente sorry por isso. A Apple vai transmitir ao vivo e disponibilizar logo em seguida as keynotes. Eu infelizmente só devo conseguir acompanhar o finalzinho do macshow (iShow?).

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